Guy Kawasaki dedica o segundo capítulo do livro Arte do começo a como se posicionar no mercado.
Você deve conseguir responder a essas perguntas:
- Porque fundaram a empresa?
- Porque o público deve comprar seus produtos
- Porque gente boa deve querer trabalhar nessa empresa
Suas recomendações são:
- Seja positivo. Ou seja, se posicione pelo que você faz, no que você é especial e não destruir o concorrente.
- Foque no cliente. Entenda que a principal função da sua empresa é atender um cliente determinado. Se você conseguir explicar quem é esse cliente e como e porque o atende super bem, seu posicionamento é bom.
- Seja poderoso. Procure colocar o que você faz de forma poderosa. O que realmente você faz, como você torna o mundo melhor. Uma boa maneira de fazer isso e pensar em conjunto com o item acima: como você torna seu cliente melhor.
Bom posicionamento tem as seguintes qualidades:
- auto-explicativo, sem termos técnicos que só seus engenheiros entendem
- específico, que deixe bem claro e preciso o que você faz
- relevante, que seja interessante e não se misture as outras milhões de opções
- duradouro, que não está ligado uma modinha passageira, mas que esteja alinhado a uma necessidade real das pessoas. Procure algo que dure 100 anos.
Boas dicas:
- torne seu negócio pessoal
- pergunte a sua recepcionista o que sua empresa faz
- pergunte aos seus clientes o que sua empresa faz
- fale a língua do seu cliente
- tire as siglas e palavras difíceis do posicionamento
Acredito que fazer isso bem feito é muito difícil, mas se paga. Uma empresa nova, que eu admiro muito nessa área, é a Sabiá Residencial. Um nome diferente, que se destaca e com um posicionamento-mantra muito fácil de entender para uma empresa que se propõe a fazer imóveis de baixo custo e de qualidade: “More bem, bonito e barato”.